Cefalônia - Caverna Melissani

  • 1/5 - Primeiro Salão
  • 2/5 - Primeiro Salão com raio de Sol
  • 3/5 - Mandola
  • 4/5 - Vinho Robola
  • 5/5 - Primeiro Salão

Caverna de Melissani localiza-se na ilha de Cefalônia, a noroeste de Sami, a cerca de 5 km ao sul de Agia Efthymia. A paisagem é formada com florestas cercando a caverna, um lago interno de águas azuis-turquesa do Caribe e declive de montanha. Na mitologia grega , Melissani era a Caverna das Ninfas, onde uma dessas ninfas, Melissanthi (ou Melissani), se afogou depois de ser rejeitada pelo Deus Pã. Esta área consegue encantar os turistas com suas águas cristalinas que variam entre o azul-turquesa e o verde-esmeralda. Com 3.500 metros de extensão e 40 metros de largura, a caverna é dividida em duas áreas, sendo que a primeira é a mais bela e famosa.

Esta carverna foi redescoberta durante um terremoto na região. Em 1951, o grego John Petrohelos tentava escapar de um forte tremor de terra, porém o chão cedeu durante sua fuga e o paraíso, que ficava escondido no subsolo da ilha, resurgiu.

Passeio realizado em barcos e é proibido mergulhar. Um guia acompanha e dura 2 horas e 30 minutos.

Primeiro Salão: Há um enorme buraco no teto de onde incide os raios solares sobre a água do lago, pintando-a com um intenso azul.
Segundo Salão: A luz fica mais rara e as estalagmites e estalactites tomam conta da caverna. Localizada na área transitória entre as duas grutas existe um antigo altar de oferendas ao Deus Pã que deu origem ao nome popular do local.
Lago da Caverna: Água de azul turquesa tem a profundidade de 20 a 30 metros. Quando o Sol de meio dia bate, atinge as águas do lago do primeiro salão diretamente, causando uma bela paisagem dentro da caverna. Água é salobra pela junção da água do mar, da praia conhecida como Fridi, com a água do lençol freático que localiza-se abaixo da gruta.
Mandola: É um dos mais conhecidos produtos tradicionais da Cefalonia. Esta delicadeza doce da gastronomia é feita de amêndoas e açúcar, enquanto sua vibrante cor vermelha profunda vem de uma espécie de algas marinhas que os habitantes locais usam tradicionalmente na coloração de alimentos. O nome deste tratamento vem da palavra italiana para a amêndoa, 'Mandorla', que foi emprestada e integrada no grego, de volta quando a ilha estava sob a ocupação veneziana.
Vinho Robola: Este vinho deliciosamente crocante e frutado é produzido a partir de uvas cultivadas nas encostas do Monte Aenos e é uma ótima introdução aos gostos únicos da ilha. O seu bouquet característico é o de flores de citrinos, pêssegos, limas e maçãs. Este vinho acompanha os melhores pratos de peixe, embora pessoas de Cefalônia o preferem com quase qualquer comida ou como aperitivo.

VÍDEOS

  • Fonte: Caminhos do Viajante